sábado, 27 de dezembro de 2008

E eu, que era cinza,
Renasço em cores,
em brisa, novamente
as cores queimam
a brisa já não é
o bastante e, renasço,
a cada instante,
a cada combustão
volto à cinza.

7 comentários:

betina moraes disse...

Fênix!

de volta a maricota aos braços da poesia! de cinza e fogo e cinza e fogo e cinza... no moto contínuo da inspiração!

felicidade ao ler e ao te ver!

beijos amada!

ManinhaChica disse...

E Maricota volta pra roda!

Amo**

Gaspar de Jesus disse...

Mais uma belo Poema da amiga Betina.
Votos de um Bom fim de semana.
Beijinho de Feliz Ano Novo.
G.J.

Vergilio Torres disse...

Bom trabalho, Betina.
E muito obrigado pela apreciação geral e pela força por elas transmitidas.

Até breve.

Vergilio Torres disse...

*Pela força das palavras transmitidas" :)

Vergilio Torres disse...

Maricotinha, dei por mim lendo este poema, sou um "pouco" despistado e às vezes dá nisto... :) porque "cinza" é uma área para mim tão aprazível :), decidi em primeiro lugar saudar um dos membros do vosso blog, a Betina, não obstante queira deixar aqui os meus parabéns para todos os que aqui escrevem, leem, sentem as vossas palavras.

Muito bonito, circular e no seu imo, infinito.

A todos bem hajam!

betina moraes disse...

vergilio,

muito obrigada pelas palavras!
volte sempre!!!!

convido todas as colaboradoras do combustão, assim como nossos amigos visitantes e leitores, para um passeio pelo excelente blog do escritor vergilio torres:

http://banhosdecinza.blogspot.com/

aproveitem!