E eu, que era cinza,
Renasço em cores,
em brisa, novamente
as cores queimam
a brisa já não é
o bastante e, renasço,
a cada instante,
a cada combustão
volto à cinza.
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Para manter a chama acesa! Mesmo com o vento que entra pela janela, a porta que deixam entreaberta, o sopro dos que são contra, os furacões, vendavais, sacolejos... Para resistir e ir incendiando!
7 comentários:
Fênix!
de volta a maricota aos braços da poesia! de cinza e fogo e cinza e fogo e cinza... no moto contínuo da inspiração!
felicidade ao ler e ao te ver!
beijos amada!
E Maricota volta pra roda!
Amo**
Mais uma belo Poema da amiga Betina.
Votos de um Bom fim de semana.
Beijinho de Feliz Ano Novo.
G.J.
Bom trabalho, Betina.
E muito obrigado pela apreciação geral e pela força por elas transmitidas.
Até breve.
*Pela força das palavras transmitidas" :)
Maricotinha, dei por mim lendo este poema, sou um "pouco" despistado e às vezes dá nisto... :) porque "cinza" é uma área para mim tão aprazível :), decidi em primeiro lugar saudar um dos membros do vosso blog, a Betina, não obstante queira deixar aqui os meus parabéns para todos os que aqui escrevem, leem, sentem as vossas palavras.
Muito bonito, circular e no seu imo, infinito.
A todos bem hajam!
vergilio,
muito obrigada pelas palavras!
volte sempre!!!!
convido todas as colaboradoras do combustão, assim como nossos amigos visitantes e leitores, para um passeio pelo excelente blog do escritor vergilio torres:
http://banhosdecinza.blogspot.com/
aproveitem!
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